12 de jun de 2009

Millor Fernandes - Nos tempos de ditadura

• A sociedade humana foi inventada pela solidão.

• Idade da razão é quando a gente faz as maiores besteiras sem ficar preocupado com isso.

• Chama-se de maioria absoluta um general no poder com um grupo de generais em volta.

• O voto é a arma do cidadão. A arma é o voto do governo.

• Quando ninguém me procura eu tenho a impressão de que fui raptado.

• Se os homens recebessem exatamente o que merecem, ia sobrar muito dinheiro no mundo.

• Fração de segundo é o tempo que leva entre o farol abrir e o idiota de trás buzinar.

• É evidente que Deus, o supremo arquiteto, projetou o Brasil como uma sala de estar. Mas os proprietários preferiram usar como depósito de lixo.

• Entreouvido no bar: “Ninguém mais miserável. É capaz de roubar uma mosca morta de uma aranha cega!”

• Sob esse exterior meio idiota ele esconde um débil mental completo.

• Só pessoas muito profundas são capazes de julgar os outros pela aparência.

• O facilitário de hoje é o dificultário de amanhã.

• Realmente os cães policiais bem treinados ainda são a melhor proteção contra os ladrões. Mas, depois de treinar um cão contra ladrões como é que o senhor vai entrar em casa?

• A fúria tributária brasileira não para. As prostitutas vão ter mesmo que pagar imposto de renda. Foram enquadradas no item “prestação de serviços”.

• Procurar a simplicidade está cada vez mais complicado.

• O sol nasce para todos. Mas o capitalismo selvagem, explorando a energia solar, já vai dar um jeito nisso.

• Só existe uma verdadeira contagem regressiva. A que os grandes especuladores fazem na hora de declara o imposto de renda.

• O delator ganha o pão com o suor do seu dedo.

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