23 de dez de 2011

Pra não dizer adeus

Lya Luft

A certeza vela atrás de um muro ou dorme num poço onde nada se escuta ou avista. 
Sempre que partes, morro um pouco por não saber se retornas. 
Minhas mãos doem de tanto abrir-se para que vás tranquilo. 
Só assim hás de querer estar comigo: sem que eu insista. 
(Fingir que te deixo livre é um jeito egoísta de amar.) 

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